Assistente de palco do programa ‘Pânico’ posou em uma fábrica desativada no Rio.
Foi o primeiro ensaio sensual de Babi Rossi desde que ela teve a cabeça raspada ao vivo no programa “Pânico”. “Adorei essa pegada roqueira, bem chocante”, contou ela nos bastidores do Paparazzo. A assistente de palco posou para o site pela segunda vez na primeira, ainda tinha longos cabelos loiros
Babi, que mora em São Paulo, madrugou para pegar a ponte aérea. Às 8h ela já estava no Rio, onde foi clicada pelo fotógrafo Faya na antiga fábrica da Bhering, na Zona Portuária da cidade. O cansaço foi aliviado com doses de energético. “Não dormimos nada. Às duas da manhã ela ainda não parava de falar”, contou Ana Paula Pitta, amiga de Babi que a acompanhou no ensaio. “Sou tagarela mesmo”, brincou Babi, sempre de bom humor.
E quem pensa que a panicat tem frescura na hora de comer, para manter o corpão, devia ter visto o apetite de Babi nos intervalos das fotos. Era biscoitinho para lá, cachorro quente para cá... E na hora do almoço, um pratão de massa! “Como de tudo mesmo”, disse Babi, entre uma garfada e outra. As calorias, ela queima na musculação e nas aulas de jazz. “Sempre fui encorpada, nunca fui magrinha”, contou ela, que mede 1,62m, pesa 63 quilos e tem 100cm de quadril.
‘No sexo, sou muito arroz com feijão’, diz Babi Rossi

Ela tem os homens a seus pés, mas namora há cinco anos e diz que só teve um affair antes de conhecer o produtor musical Maikol Rocha, 29. “Praticamente perdi a virgindade com o meu namorado. Minha primeira vez não teve significado algum para mim, foi fogo de palha”, conta Babi Rossi, 22 , que posou para o Paparazzo. “Eu era muito inexperiente. Por ele ser mais velho, me ensinou muito.”
A assistente de palco do “Pânico” também tem uma boa dose de inspiração no sex shop da mãe, Margarete, na Freguesia do Ó, bairro onde a família mora, em São Paulo. “Às vezes fico na loja. Era muito por fora desse mundo. É legal usar coisas para agradar o parceiro. Já usei uns creminhos, uns que esquentam, outros que esfriam (risos). Vibrador nunca testei. Sou tímida até com meu namorado. No sexo sou muito arroz com feijão”, conta.
Com as constantes viagens por causa do trabalho – Babi faz campanhas e presença em festas e eventos -, a panicat não consegue mais ver o namorado com tanta frequência. Já ficou três meses na seca, e diz que não faz falta. “Fico sem sexo na boa, ocupo a cabeça. Nenhuma mulher está a fim todo dia. Mas também não deixo o homem sem, se não abre a concorrência”, brinca. “A mulher pode fingir orgasmo, mas comigo não tem isso. Boto meu pijama brega e viro a bunda para o lado para dormir.”
Está se perguntando se mesmo de pijaminha brega Babi consegue deixar a sensualidade de lado? Ela garante que sim. “Não dá para ser sexy sempre. Em casa não sou assim. Essa cobrança de ter que estar bem, com o corpo em dia... como se eu fosse de ferro!”, reclama. Para manter as curvas que hipnotizam todo mundo quando aparecem na televisão, a panicat toma suplementos alimentares e capricha no jazz e na musculação – ela frequenta a mesma academia onde trabalhava como recepcionista antes do “Pânico”. “Às vezes acho que o bumbum tem que melhorar, a barriga tem que ficar mais definida... Toda mulher é meio encanada, né, meu? Mas detesto corpo sarado demais. Não é feminino.”
De um mês para cá, Babi anda dando mais atenção à tal feminilidade, desde que teve o cabelo raspado ao vivo na TV. “Continuo vaidosa do mesmo jeito, mas agora tenho me enfeitado mais, usado mais bijuterias. Achei que ia ficar feia, mas fiquei até mais estilosa”, diz ela, que garante não ter sido obrigada pela direção do programa a fazer a transformação. “Podia ter falado não, mas preferi ser corajosa a ser ‘arregona’. Também não ganhei um tostão, como dizem por aí.”
Com o novo visual, Babi conta que tem recebido cantadas de mulheres. “As lésbicas ficaram loucas por mim, dizem que tô gata. Sou simpática, mas meu negócio é homem. Nunca peguei mulher.”